12 de agosto de 2010
Posse festiva da nova direção do Sindjorce é marcada por momentos de carinho e unidade
Diversas gerações de jornalistas de rádio, televisão, jornal, assessoria, familiares e amigos participaram da festa. Durante a posse, os novos dirigentes do Sindjorce discursaram e o tema recorrente nas falas foi a importância da união dos jornalistas em torno da luta por melhores condições de trabalho e de vida para a categoria. Momento de agradecer a todos aqueles que, direta ou indiretamente, colaboraram com o processo eleitoral da entidade.
O novo presidente Clayson Martins afirmou que a atual direção já está pronta para atuar e convocou todos os jornalistas a participarem da assembléia da Campanha Salarial de jornalistas de jornais e revistas, que aconteceu nesta terça-feira, dia 10 de agosto, na sede do sindicato. O presidente também fez questão de citar nominalmente os presentes e agradecer a cada um deles a participação durante a campanha.
Claylson Martins substitui a ex-presidente do Sindjorce, Déborah Lima, que ficou à frente da entidade nas duas últimas gestões (2004/2007 e 2007/2010). “Encerramos nossa gestão com dois orgulhos: primeiro de poder dizer que hoje os jornalistas do Ceará não têm nenhum centavo de defasagem salarial, já que conquistamos quase 8% de reajuste acima da inflação no período em que estivemos à frente do sindicato; segundo de ter inserido o Sindjorce no movimento sindical cearense, particularmente na CUT, de quem estávamos afastados. O resultado das eleições mostra que a categoria entendeu que isolado da luta geral dos trabalhadores é impossível se fazer movimento sindical”, afirmou a ex-presidente.
A festa contou ainda com a presença em peso da nova diretoria do Sindicato dos Rodoviários, que, durante a posse do Sindjorce, declarou greve em assembleia. Com o piso salarial de R$ 1.059,78, os motoristas reivindicam reajuste de 15%, regulamentação da jornada e melhores condições de trabalho. A nova diretoria do Sindjorce se espelha na força e na unidade de companheiros combativos, como os rodoviários, que só são respeitados pelo patronato porque lutam pelos seus direitos.



























Tags
imprimir
enviar por email





