30 de dezembro de 2010
"Jornalista Patrícia Calderon se desculpa com colegas do Ceará"
O ano novo está logo aí, e promessas não faltam. Momento perfeito para refletir, avaliar e colocar em prática ideias e projetos. E não é segredo pra ninguém que nós, profissionais de imprensa, vivemos intensamente nas ideias, nos sentimentos, nas ações. Normal faltar aquele tempinho básico para uma rápida reflexão. Por isso tirei o pé do acelerador para pensar, pensar, pensar....
É nessa mesma velocidade, nesse ritmo frenético, que deslizes podem acontecer num piscar de olhos. E foi durante um momento de intensidade que deixei fluir algumas opiniões pessoais. Fui mal interpretada, agredida, humilhada, bombardeada, ameaçada, sem que ao menos me deixassem tentar explicar o mal entendido. Nunca imaginei que meia dúzia de palavras, mal expressadas, pudessem causar tanta repercussão. E causou! O episódio "twitter" gerou mal estar, conceitos pré concebidos a meu respeito e me deixou triste. Mas já dizia a minha querida avó, boca fechada não entra mosquito! Pena que me lembrei do querido ditado tarde demais.
Reitero aqui, mais uma vez, que em nenhum momento tive a intenção de denegrir a imagem de nenhum profissional cearense. Tenho raízes aqui, me integrei profissionalmente no estado e respeito os colegas de profissão. Acredito que esse é o momento adequado, para passar a limpo de forma definitiva, tudo o que aconteceu. Uns e outros, com certeza, ainda vão se perguntar: só agora decidiu falar alguma coisa? Antes tarde do que nunca, não é mesmo? Esperar baixar a poeira, sempre é a melhor saída.
Acredito que inicio aqui uma nova fase, mesmo sabendo que nunca vou agradar a todos. Nem Jesus Cristo conseguiu essa proeza. Ou ainda corro um grande risco, de tudo aqui escrito por mim, ainda seja mal interpretado por muitos que vão preferir assim. O que me deixa feliz, é que a grande maioria já compreendeu e passou uma borracha em tudo. É para esses colegas que fica aqui o meu desejo de um ano novo produtivo, com boas notícias e muito aprendizado. Eu aprendi!
por Patrícia Calderón


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