
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), em parceria com a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), deu início a uma pesquisa nacional sobre saúde mental de jornalistas. O objetivo é identificar variáveis associadas ao sofrimento mental no exercício da profissão e, a partir disso, propor políticas que protejam esses profissionais.
O projeto foi lançado em abril de 2024 e, apesar da relevância do tema, ainda precisa de maior adesão da categoria para garantir uma amostragem representativa. Por isso, o Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) convoca os jornalistas cearenses a responderem ao questionário e contribuírem para a construção de um diagnóstico fiel sobre as condições de trabalho e seus impactos na saúde mental.
Para participar, basta preencher um questionário online padronizado, que aborda questões relacionadas à rotina profissional. Todas as respostas têm caráter sigiloso, passam por tratamento estatístico e não permitem identificação individual.
Coordenação e objetivos
A pesquisa é coordenada por Cezar Akiyoshi Saito, coordenador-geral de Projetos da Fundacentro. O estudo conta com o envolvimento da Secretaria de Saúde e Segurança da FENAJ e dos departamentos de Saúde dos sindicatos filiados.
Com essa iniciativa, a FENAJ, seus 31 sindicatos filiados e a Fundacentro buscam identificar os impactos do trabalho jornalístico sobre a saúde mental, auxiliando pesquisas paralelas já em andamento e oferecendo subsídios concretos para negociações sindicais, formulação de políticas públicas e criação de leis que protejam os trabalhadores do assédio, da pressão e da precarização.










